Por que este benchmark existe

Maturidade de gestão mostra diferença entre quem avançou

Não se tratou de mais um indicador ou modelo de gestão pronto. O nível de maturidade da gestão separou os melhores resultados. Este benchmark mostra, com 294 diagnósticos reais, o retrato da maturidade de gestão nas médias empresas brasileiras.

  • Nota 2,4 de 5

    Nota 2,4 de 5 A gestão brasileira mal passa da média

  • 59,5% estagnados

    59,5% estagnados No mesmo nível de gestão, ano após ano

  • Só 4,1% chegam lá

    Só 4,1% chegam lá Onde a gestão não depende de ninguém

Com dados foi possível ver esse retrato com precisão
O que os dados revelam

Faturar mais não organiza a casa e o mapa mostra por quê

Com esse retrato foi possível ver com dados: o teto de vidro que limita empresas até R$150 milhões, o ranking de nove setores do mais ao menos maduro, os cinco pilares de gestão avaliados um a um e a evolução real da maturidade entre 2024 e 2026. Tudo com fonte, amostra e metodologia abertas.

Como você tem acesso!

O retrato que faltava sobre a gestão da middle market brasileiro começa aqui.

  • Capítulo 1: O retrato geral da maturidade A régua completa, do Inicial ao Otimizado | Por que 59,5% permanecem no mesmo degrau | Média x mediana: qual usar para se comparar

  • Capítulo 2: Os cinco pilares da gestão Onde a média empresa é forte, onde ela falha | O gap entre a cabeça do dono e o sistema da empresa

  • Capítulos 3 e 4: O teto de vidro e o mapa por setor Por que R$150 milhões impõe desafios mais do que ajuda | O ranking completo de nove setores

  • Capítulo 5 em diante: A evolução, os limites e o caminho O que caiu entre 2024 e 2026, e por quê | Os vieses da própria pesquisa, sem filtro | O banco de recomendações por pilar

  • Preencha o formulário e receba gratuitamente o benchmark completo. E veja onde as empresas brasileiras encontraram seus principais desafios.

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Dúvidas

Perguntas frequentes sobre o benchmark de maturidade de gestão

Entenda de onde vêm os dados e como usar o anuário na sua empresa.

A média é 2,4 em uma escala de 1 a 5, e a mediana é 2,1, segundo o Benchmark de Maturidade na Gestão Empresarial Brasileira 2026, da Mid, baseado em 294 médias empresas diagnosticadas entre 2023 e 2026. Isso posiciona a empresa típica no Nível 2, chamado Em Aprendizado.

Toda organização que fatura entre R$4,8 milhões e R$300 milhões por ano, classificação usada pelo BNDES.

Competências e Comportamento, com nota 2,03, a mais baixa entre os cinco pilares avaliados. O anuário mostra qual pilar puxa os outros para baixo e como ele evoluiu nos últimos três anos.

Bastante. Entre os nove setores avaliados, a distância do mais maduro ao menos maduro é mais que o dobro da diferença entre a menor e a maior faixa de faturamento. O ranking completo, setor por setor, está no anuário.

Pouco. A correlação entre porte e maturidade existe, mas é fraca. O anuário mostra o platô que aparece entre R$4,8 e R$150 milhões, e onde a curva finalmente sobe.

Use a mediana (2,1), não a média (2,4), a média é puxada para cima por uma minoria mais madura. Para saber sua posição exata, o caminho é o Diagnóstico de Maturidade da Mid, que gera seu resultado pilar por pilar.

A concentração geográfica foi testada e tem efeito pequeno. O viés real é outro: quem responde a um diagnóstico de gestão já se interessa por gestão. O anuário detalha os três vieses da própria pesquisa, sem filtro.

Do Diagnóstico de Maturidade da Mid (294 empresas, 2023–2026) e de fontes públicas: BNDES, IBGE/CEMPRE 2024 e Itaú BBA/FGV.

Não. Ele entrega diagnóstico de mercado e um banco de recomendações por pilar, mas não substitui um projeto de consultoria com diagnóstico da sua realidade e acompanhamento da implementação.

Sim. Esta é a primeira edição de uma publicação anual, com a mesma métrica repetida ano após ano.

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